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Fazer arquitectura implica conhecer os utilizadores, os seus estilos
de vida, aspirações, sonhos e é propor vivências para o espaço criado.

É “escutar” a envolvente à obra, de modo a valorizá-la e vice-versa.

É respeitar a tradição e a cultura do povo que a recebe.

É arte com responsabilidade acrescida porque a sua existência depende de quem a usa.

É dotá-la de características que a tornam única e coerentemente integradas num conjunto mais vasto.

Deve reflectir, minimizar as agressões ao meio ambiente e aproveitá-lo para criar melhores condições de vida.

É uma actividade eminentemente multidisciplinar, onde todos os intervenientes são fundamentais. Desse modo, implica integrar na obra todas as artes necessárias, sem que se desvirtue o conceito, onde tudo se articula com um fim: A obra e o seu propósito.

Sabe-se que a qualidade da arquitectura influencia decisivamente a saúde, a qualidade de vida, o estado de espírito, o bem-estar físico e psicológico.

Como tal, a percepção das reais necessidades do cliente e a consequente resposta, o desenvolvimento do conceito, a pesquisa por soluções construtivas actualizadas e em consonância com os mais altos requisitos de qualidade, são preocupações de primeiro nível.

A constante actualização de conhecimentos, a procura de novos mercados, o rigor e a capacidade de cumprir prazos, permitem actuar com competência nos mais diversos ambientes, bem como corresponder às expectativas do cliente mais exigente.
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© Miguel Caetano 2007 Todos os direitos reservados |
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